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Modelo Richenza Clovercombe, 25 anos
Contos eróticos com fotos: Richenza Clovercombe e Carlos, o carrinheiro — Parte 2
Conteúdo adulto | 18+Após sua última aventura sexual, Richenza Clovercombe, 25 anos, e Carlos, o carrinheiro, ambos perderam o contato. Carlos perdeu sua moradia, um barraco improvisado em um terreno da prefeitura. Richenza não o vê como um namorado ou possível pretendente, mas como um macho que a faz se sentir mulher no sexo. Após dias distantes, eles se reencontram, mas ela terá uma difícil decisão para tomar.
Richenza Já está há dias sem ver seu amigo Carlos, o carrinheiro. Ela não sente falta dele como um namorado, um possível amor. Ela sente falta dele pelo sexo. Foi a primeira vez e única que ela se sentiu mulher, um homem dotado, que come ela com vontade. Ele desapareceu. O seu barraco sumiu no terreno da prefeitura onde ele estava. E agora ela está triste, sem saber para onde ele foi..
Richenza Já há dias procura por ele e não encontra. Ela se masturba compulsivamente lembrando do tamanho do pau dele e do sexo. Ela caminha debaixo de chuva pelo seu bairro na esperança de encontrá-lo. Uma informação chega a ela, diz que ele está morando em uma casa abandonada próximo ao seu bairro. Ela se enche de esperança, caminha embaixo de chuva, quem sabe encontra o carrinheiro em algum momento..
Richenza E o carrinheiro finalmente se encontra em seu bairro. Ele explica para ela que está morando agora em uma casa abandonada, que seu barraco foi demolido pela prefeitura, pois o terreno pertencia a um órgão público. Ele mora em uma casa abandonada, passa para ela o endereço e diz a ela: vá até lá hoje à noite, conhecer, pois durante o dia estou trabalhando, recolhendo minhas sucatas para vender e ter meu dinheiro. Ela concorda, pega o endereço e se prepara para visitá-lo à noite..
A garota, empolgada, se veste de maneira hipersensual, com uma calça Legging suplex, que mostra bem a silhueta do seu corpo, da bunda, da xoxota, um belo decote sem sutiã, e chega à casa abandonada à noite. Ela fica surpresa. A casa é abandonada, velha, mas ainda assim é melhor do que o barraco que ele morava. Ele fica feliz com a chegada dela. Ambos começam a conversar. O clima sexual começa a pairar pelo ar..
Richenza E o carreiro Carlos não perdem tempo. Ele põe o pau pra fora, ela começa a alisar, ela abaixa a calça, com uma calcinha branca de renda minúscula, transparente, ele enfia o dedo na buceta dela, ambos começam a masturbar um ao outro. Ela abaixa um pouco mais a calça com a outra mão e enfia o dedo no cu dela. Ela está hiperexcitada e ele também. Quando ela se prepara para agachar e chupar o pau dele, algo acontece..
Richenza avista dois homens dentro da casa. Ela se assusta, levanta as calças. O carrinheiro Carlos guarda o pau. Ela fica confusa e Carlos tenta explicar: Calma, fique tranquila, são meus amigos, eles são do bem. Mesmo assim, a garota fica desconcertada. Os dois homens viram a bunda dela, viram ela de calça abaixada, viram Carlos enfiando o dedo no cu e na buceta dela, viram ela com a mão no pau do Carlos. Ela fica desconcertada. Carlos diz: Isso é normal, eles são meus amigos, se acalme..
Richenza vira o rosto e diz para Carlos: Estou morrendo de vergonha. Carlos fala: Não fique envergonhada, se orgulhe, eles viram a parte mais bonita do seu corpo. Ela ainda está excitada e completamente entregue à excitação com vontade de dar para o Carlos. Ela releva a situação, levanta as calças. Carlos chama ela para um canto para explicar a situação e conversar melhor com ela.
Carlos, o carreiro, explica para a garota que foi só um acidente, que os dois rapazes já foram embora, que ele está muito excitado, quer transar com ela. Ela, por sua vez, com saudades do pau dele e de sexo, aceita a proposta, entende que os dois rapazes já saíram e que eles devem continuar fazendo sexo. Ela aceita e continua na casa.
Carlos, Carlos diz pra ela: tire a roupa, fique nua, vamos transar. Eles já saíram. Ela, ainda um pouco horrorizada com o que aconteceu, hesita em ficar nua, mas no final acaba se deitando, tirando a roupa e transando com Carlos.
Richenza Está deitada de bunda pra cima. Eles fizeram sexo anal, vaginal, oral. Ele comeu ela por praticamente uma hora em cima do papilão e de um cobertor que ele tinha. Ela estava toda dolorida, com o cu dolorido, mas satisfeita. Carlos matou também sua vontade. Ela se veste e fica deitada, porque suas pernas também estão doloridas de tanto sentar no pau dele e ficar de quatro. Ela descansa, esperando a hora de ir embora. Após descansar, a garota volta para sua casa satisfeita e realizada. Mas no dia seguinte receberá uma proposta que deixará ela muito confusa.
No dia seguinte, Carlos, o carreiro, a encontra em frente da sua casa. Ela está vestindo uma roupa super sexy: um shorts de cotton, legging, desenhando bem a silhueta da buceta, bem enfiado na vulva, uma micro blusa sem sutiã. Isso era um sinal que ela estava ainda excitada e satisfeita com o que aconteceu na noite anterior. Ela tem um sorriso nos olhos, um sorriso no rosto, um brilho de quem se satisfez sexualmente. A presença de Carlos faz ela se excitar mais ainda, mas ele tem uma notícia pra ela. Carlos diz: Olha, meus amigos são de confiança, são legais, eles querem também comer você. Ela acha estranha a proposta, fala: Mas eu vou ter que dar pra eles também? Carlos diz: Calma, é um de cada vez. Primeiro o Antônio, meu amigo, come você. Se você não quiser fazer anal, tudo bem. Depois o outro, o Wilson, vem e come você, todos de camisinha. É segredo, ninguém vai saber. Você gosta de sexo. E eles têm pau grande também, grosso, como você gosta. Não é tão grande quanto o meu, mas você vai gostar. Richenza Se sente atraída pela proposta e ao mesmo tempo confusa e com medo. Mas Carlos dá segurança a ela, garante a ela que tudo vai acabar bem e diz a ela: Não tome nenhuma posição agora, não diga que sim nem que não. Vá hoje à noite lá, à nossa casa abandonada, com uma roupa bem sensual. Vamos conversar nós três como bons amigos. Se você decidir, você faz. Se você não quiser, você não faz. Você já confia em mim? A garota disse: Tudo bem, eu vou até lá para conversar e a gente vê o que vai acontecer.
Já na casa abandonada, na companhia dos três homens, Richenza Inicie um papo cordial com seus amigos. Ela está tensa, nervosa, com uma roupa super sensual: uma micro saia, uma mini blusa, uma calcinha preta minúscula. Essa roupa dela para os três homens é um sinal de que ela está disposta a atender sexualmente os três. E, na verdade, ela está excitada. A ideia de transar com os três homens, um de cada vez, a atrai muito, apesar da insegurança. Ela conversa com os três homens. Carlos a conforta, dizendo: Pode ficar tranquila, somos todos amigos. E imediatamente ele a abraça, alisa seus seios na frente dos amigos. Os homens aproveitam a situação, alisam suas coxas. Ela permite, não repudia. Um enfia a mão dentro da sua calcinha e o dedo na buceta, outro o dedo no cu. Eles tiram o pau para fora. Ela começa a segurar o pau de um por um. Nesse momento, a cabeça dela está completamente confusa, desorientada, de tanto tesão. Os três começam uma brincadeira a três, até que Carlos fala: Calma, tem que ser um de cada vez. Ela vai tirar a roupa, ficar de quatro, e um de cada vez põe a camisinha e come ela. Carlos pergunta para ela: Você vai querer sexo anal? Ela diz: Oh, eu acho que até com dois eu aguento. Vamos ver.
Richenza já excitada tira sua calcinha preta de renda minúscula, se agacha, se posiciona. Os homens tiram sua saia, sua blusa. O primeiro a comer é o amigo mais forte de Carlos, o carrinheiro. Ele mete na bucetinha dela, tira, põe ela pra chupar, mete de novo na buceta dela e põe no cu dela. Ela não reclama de dor, ele penetra ela e desliza gostoso pra dentro do cozinho. Ela geme. Ele pergunta está doendo? Ela diz não, pode continuar. Até gozar. Na sequência, o outro amigo faz a mesma coisa. Carlos carrinheiro apenas observa e se masturba, vendo sua gata sendo enrabada por dois homens. Eles comem ela entre oito e meia da noite e dez da noite. Ela se sente realizada. Ela nunca sentiu tanto orgasmo tantas vezes em um mesmo período. Ao terminar, Carlos carinheiro come apenas a buceta, beija ela e diz: Você foi a puta dos meus sonhos. Ela gosta de ouvir aquilo, acha estranho, mas gosta de ouvir.
Já no dia seguinte à noite Richenza Volta à casa abandonada para ver Carlos. Os dois estão sozinhos, os amigos não estão lá. Ele a abraça por trás. Os dois transam. É uma espécie de uma despedida. Ela entende que ficar indo lá com três homens pode se tornar perigoso para ela socialmente. Ela fala com Carlos. Ele diz: Não, fique tranquila. Ninguém vem por aqui, ninguém vai descobrir. A vontade dela é ficar lá, continuar fazendo as mesmas coisas com os três amigos. Mas ela fica pensativa.
Richenza Na hora de ir embora, permite que Carlos realize todas as suas fantasias com ela. Anal, oral, vaginal, tudo. Mas ela deixa bem claro que não retornará mais, que ele deve seguir o caminho dele com os amigos. Ela é uma moça de família, sempre está na igreja, tem medo dos parentes descobrirem e amigos, e que foi bom enquanto durou, e que ele foi o único homem que fez ela gozar e sempre se lembrará dele. Ele aceita a despedida e ela segue seu caminho.
