Contos eróticos com fotos: Richenza e o Carrinheiro – Parte 1

Richenza Clovercombe é uma jovem de 25 anos que vive no subúrbio e conhece Carlos, um humilde catador de sucatas. Uma amizade inesperada aproxima duas pessoas de realidades diferentes e revela um segredo capaz de despertar a curiosidade da jovem. A primeira parte do conto apresenta os personagens por meio de uma narrativa acompanhada de fotografias de IA humana.

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Tavana | Contos com fotos

Contos eróticos com fotos: Richenza e o carrinheiro — Parte 1

Modelo Richenza Clovercombe

25 anos | IA humana

Richenza Clovercombe, 25 anos, uma garota do subúrbio com uma beleza acima da média, conhece um pobre catador de sucatas, um carrinheiro de rua. Apesar de Richenza ser uma moça direita e de família recatada, Carlos, o carrinheiro, faz amizade com ela. Richenza, de 25 anos, acaba descobrindo que ele tem uma coisa que sempre foi o sonho dela.

Richenza Clovercombe, 25 anos, fotografia de abertura do conto Richenza e o carrinheiro

Richenza Uma conversa descontraída com uma conhecida dela, uma faxineira do bairro, ex – companheira, do carrinheiro senhor Carlos. porque eles não eram casados, Ambas têm uma conversa descontraída de mulheres, entre assuntos femininos. A faxineira, a senhora Ana, conta pra ela que se separou dele. Ele era um bom homem, trabalhava com seu carrinho, mas ele tinha uma coisa que ela não aguentava e Richenza Quis saber o que era. Dona Ana, faxineira, falou: Vou te confessar, eu nunca contei a ninguém. Ele tem um pênis muito grande. Deve ter mais de 20 centímetros e muito grosso. E ele pede sexo todos os dias. Eu não tenho mais idade pra isso. E aí as brigas começaram por causa disso e eu resolvi me afastar dele. Já faz um ano que eu me afastei dele, minha filha. Agora ele está sozinho por aí, no barraco dele. E eu tô seguindo a minha vida. Dona Ana, faxineira, bate um bom papo com Richenza E depois a faxineira segue seu caminho, mas….

Richenza Clovercombe, 25 anos, primeira fotografia do conto Richenza e o carrinheiro

Richenza Richeza fica com a cabeça completamente confusa, pois o sonho dela, de muitos anos, hoje ela com seus 25 anos, é ter relação com um homem dotado, com pênis com mais de 20 centímetros e grosso. Ela só teve dois namorados na vida: um aos 18 anos, que durou até os 19 anos, que tinha um pênis de 12 centímetros, fino, que foi o que tirou a virgindade dela. Depois, entre 19, 20, 21 anos, teve mais um namorado, que tinha um pênis um pouco maior, um tamanho padrão de 13, 14 centímetros e não muito grosso, que a satisfez mais. Após o término do namoro, ela continuou sozinha e sempre com o mesmo pensamento: meu sonho é provar um homem muito bem dotado, tanto na vagina quanto no anal. Após a conversa com a dona Ana, ela sabendo que o seu Carlos Carreinheiro era assim, a sua cabeça enlouqueceu.

Richenza Clovercombe, segunda fotografia da narrativa Richenza e o carrinheiro

Algumas semanas depois, ela saindo de sua casa, é abordada por Carlos, o carneiro, que a chama para conversar e pergunta. Richenza Você não tem aí na sua casa nenhuma sucata para me vender? A garota responde: Não, seu Carlos. Infelizmente eu não tenho. E ele, como um homem sozinho, resolve puxar papo com ela, pois ela está com a roupa muito sensual, um shorts muito sexy e uma mini blusa muito decotada. Ele puxa papo com ela e fala: Com todo respeito, minha querida, você hoje está muito cheirosa e muito bonita. E pela primeira vez… Richenza Abre um sorriso e olha pra ele. Ele entende o sinal, por ser um homem vivido de ruas. e puxa mais papo. Ambos ficam conversando por alguns minutos. Ela diz que tem que ir até o mercado comprar algumas coisas. Ele fala: eu te acompanho, vamos conversando. E ela, pela primeira vez, aceitou. Em tempos anteriores, antes de saber que o seu Carlos era um homem superdotado, com um pênis de mais de 20 centímetros e grosso, ela jamais aceitaria. A sua cabeça só pensava no que ele tinha no meio das calças. Sua calcinha já estava molhada. E os dois caminharam até a esquina.

Richenza Clovercombe, terceira fotografia da história com Carlos, o carrinheiro

No caminho, a conversa ficou descontraída. Pois Richenza Agora tinha um motivo para conversar com o senhor Carlos Carreiro. É um motivo para ficar perto dele. Enquanto ela conversava com ele, na sua cabeça ela só imaginava como seria o pênis dele ereto. A conversa foi muito descontraída até a esquina, onde eles pararam novamente. Ela falou: Eu vou virar aqui que vou para o mercadinho. e ele disse: Espera, quero te fazer um convite.

Richenza Clovercombe, quarta imagem da sequência fotográfica do conto

Na esquina, parados, seu Carlos diz a ela: Eu te conheço há muitos anos. Você é uma menina muito legal, muito descontraída, sempre me tratou muito bem. Eu tô há mais de um ano morando sozinho, morando num barraco muito humilde, muito pobre. Nunca ninguém foi lá tomar um café comigo, nem conversar comigo. O que você acha de irmos lá hoje? Só pra você conversar comigo um pouco, bater um papo, tirar minha solidão. Richenza Tomada pela curiosidade e pelo tesão, Com a calcinha já molhada e há mais de um ano sem fazer sexo e na frente dela o sonho dela de um homem dotado, ela foi, digamos, um pouco inconsequente de aceitar ir na casa ou no barraco do seu Carlos. Apesar dela conhecer ele há muitos anos, ele era um homem sozinho, solitário, e o Felipe poderia ou não oferecer algum risco a ela. Mas ela aceita e vai com ele até a casa dele.

Richenza Clovercombe, quinta fotografia do conto ilustrado

Ao entrarem no barraco, a casa de Carlos, imediatamente ele já explica a sua situação de pobreza e pede desculpa para ela pela bagunça e pela pobreza. Richenza Uma moça muito educada e criada humildemente pela família, uma moça pobre, responde pra ele: Não me importa sua pobreza, importa é que você é um bom homem. E Carlos fica feliz e ele fala: Eu sempre quis te fazer alguns elogios, mas sempre tive medo. Você me autoriza? A garota diz: Tudo bem. E ele fala: Você tem um corpo mais bonito e mais gostoso que eu já vi na minha vida em uma garota. Ela dá um sorriso sem graça e sua calcinha volta a ficar encharcada de tanto tesão, mas ela disfarça. Com um shorts bem sensual, mostrando a pupinha da bunda, Carlos também não se segura e tem uma ereção. Ela percebe pelo shorts que realmente o homem é mais dotado do que ela pensava.

Richenza Clovercombe, sexta fotografia da história Richenza e o carrinheiro

Mas Carlos, um homem inteligente e vivido, conhece muita coisa sobre as mulheres e ele percebe nela uma excitação. Percebe que ela ficou à vontade no barraco e com o elogio dele. Olha na blusa dela, repara que os bico dos seios dela ficaram duros. disfarçadamente ele olha no meio das pernas dela e vê sua xoxota bem inchada. Ele deduz: ela está gostando. e fala pra ela. Richenza fica de frente pra mim. Eu queria te mostrar uma coisa que poucas pessoas sabem e já viram. Mas meu sonho é mostrar pra você. Se você não achar legal, eu vou entender e eu vou guardar. Mas eu queria muito te mostrar. A garota já imaginava o que era, mas se fez de tonta. Falou tudo bem. Ambos ficaram de frente. Carlos coloca o pau pra fora e mostra pra ela.

Richenza Clovercombe, sétima imagem da narrativa fotográfica

A garota olha e fica estática. Imediatamente ele guarda. E ele diz: viu como é grande? Tem mais de 20 centímetros e não está duro. Você já viu um desse tamanho? Já sonhou em ver um desses? Richenza A garota fica meio sem graça, fala: Ah, eu não sei o que responder. Carlos diz: Eu sou um homem humilde, moro num barraco, estamos nós dois aqui. Pode falar, não tenha medo. E a garota abre seu coração. Ela fala: É o pênis mais lindo que eu já vi na minha vida. Eu tive dois namorados, mas não chega nem perto. Você tem um pênis enorme, grosso e nem tava duro. Realmente é muito bonito.

Richenza Clovercombe, oitava fotografia do conto com Carlos

E ele fala pra ela: Pega, segura. Ela toma coragem, ele põe pra fora novamente, ela segura, masturba ele um pouco. Quando ele tem ereção, ele fala: Chupa, não precisa ter vergonha. Vamos fazer o que temos vontade? Ele era meio morador de rua, mas muito bom de papo. E ela, por outro lado, com um sonho de muitos anos de ver um pau tão grande e tão grosso. Ela se agacha e chupa, até ele gozar na boca dela. Richenza Após engolir o esperma dele, ela levanta e meio que cai na real do que fez, fica envergonhada e diz: Carlos, eu preciso ir embora, preciso passar no mercado, daqui a pouco meus pais chegam do serviço. Carlos concorda e fala: Tudo bem, quer que eu te acompanhe? Ela diz: Não, eu vou sozinha. Ele: Tudo bem. Eu fiz algum mal pra você? Você ficou chateada? Ela vira e diz: Não, pelo contrário, você realizou um sonho meu. Ele fala: Posso passar amanhã na frente da sua casa pra gente conversar mais um pouco? Ela: Pode, não sei se vou estar lá, mas pode passar.

Richenza Clovercombe, nona fotografia da sequência do conto

No dia seguinte, por volta das 15 horas, que é o horário que Richenza fica no portão ou circulando pela rua, procurando alguma amiga pra conversar. Carlos passa e ela estava no portão. Só que de uma maneira diferente. Ela estava com uma microsaia muito sexy, muito curta e parada no portão, como se estivesse esperando alguém. Na cabeça dela, esse alguém era o Carlos. Ela não via a hora dele passar e convidar ela de novo para ir para o barraco. Apesar dela estar ainda com medo, assustada de alguém descobrir, contar para os seus pais ou ficar mal falada no bairro, seu tesão pelo tamanho do pau dele era enorme. Ela se masturbou a noite inteira pensando nele. Pela manhã, ela acordou, se arrumou, esperou dar 15 horas, colocou uma roupa bem sexy esperando ele. Quando ele chega com o carrinho, começa a conversar com ela, uma conversa descontraída. E ela é recíproca, muito simpática com ele. Ele percebe, ele olha o bico dos seios dela, vê que ela está excitada novamente. Ela está com a calcinha molhada. Ele olha e pensa, Carlos olha e pensa: se ela está com o bico dos peitos duro desse jeito quando eu cheguei perto, ela deve estar molhada. Vou convidá-la pro meu barraco. E falo pra ela: vamos até em casa de novo conversar, eu prometo te respeitar. Ela fala: aí, o que aconteceu ontem? Você vai tentar de novo? Ele diz: eu não vou tentar nada que você não queira. Vamos bater um papo? E ela aceita.

Richenza Clovercombe, décima fotografia da história Richenza e o carrinheiro

No caminho, ambos vão conversando. Carlos, um homem rústico, semianalfabeto, de poucas palavras, mas de conversa boa e educado. No meio da conversa, no caminho para a casa dele, ele não se segura e fala: Você tá com a minissaia muito linda, você tá muito gostosa. Inesperadamente, ele esperava que ela baixasse a cabeça ou ficasse envergonhada, mas inesperadamente ela sorri e fala: Obrigada. E ele pergunta na maior cara de pau: Você vestiu pra me esperar, não foi? Ela sorri e não responde, não diz que sim nem que não, e ambos continuam caminhando. Neste ponto, a sua calcinha já está encharcada de tesão. Carlos já está de pau duro. Já existe um clima de sexo no ar e ambos caminham para a casa de Carlos.

Richenza Clovercombe, décima primeira imagem do conto ilustrado

ao chegar na frente do barraco de Carlos, Richenza Dá uma travada. Ela para de frente pra ele e bate um medo, um sentimento de medo nela. A cabeça dela está confusa, ao mesmo tempo que seu corpo pega fogo, sua xoxota está encharcada, sua calcinha molhada, os seios duros, quase explodindo de tanto tesão, louca de vontade de dar pra ele. Ela pensa: e se eu der pra ele entrar e der pra ele? O que vai ser? Ele vai judiar de mim? Vai me machucar? Ele vai contar pra alguém? Meus pais vão saber? As pessoas vão saber? Tudo isso passava na cabeça dela. Mas Carlos percebeu a insegurança da garota e disse. Richenza Eu percebi o quanto você está com medo quando nos aproximamos agora da minha casa. Mas também percebi o quanto você está excitada e interessada. Talvez não em mim, mas por eu ser muito dotado. Eu prometo que não vou te machucar e nunca ninguém vai ficar sabendo. Por favor, confia em mim, me dá essa chance. Porque eu sou um homem semianalfabeto e sempre fui muito pobre, mas não sou burro. Eu sei que se eu te tratar bem hoje e comer você gostoso, você vai voltar aqui outras vezes. A garota dá um sorriso sem graça e aceita entrar no barraco de Carlos.

Richenza Clovercombe, décima segunda fotografia da narrativa com Carlos

ao entrar em na casa, Carlos resolve deixá-la à vontade. Conversa com ela inicialmente sobre assuntos aleatórios. Depois volta a elogiá-la, falar do seu corpo, falar que percebeu que os bicos dos seios dela estão duros e que ela está excitada. Ela dá um sorriso sem graça, olha para ele com um olhar de quem está dando um sinal verde. Carlos fala: quer um café? Ela: não, obrigado, quero um copo d’água. Ele dá um copo d’água para ela. Enquanto ela bebe água, Carlos passa a mão nas suas coxas. Ela não rejeita. Ele percebe, alisa, sobe a mão e sente a calcinha dela de renda, transparente, encharcada. Ele fala: você está linda por baixo, estou sentindo com meus dedos. Ela para de beber água, entrega o copo para ele, ele põe na mesa, ele levanta a saia dela, põe a mão dentro da calcinha e enfia o dedo. Ela enlouquece de tanto tesão e ele puxa ela para o lado dele.

Richenza Clovercombe, décima terceira fotografia da sequência narrativa

Carlos foi upa pra fora, só que dessa vez está muito duro. Richenza Apesar de não ter muitas experiências sexuais, percebe que o pênis dele tem mais de 20 centímetros, grosso, moreno, cheio de veias, com um saco grande. Ela olha e se apaixona. Imediatamente ela baixa a calcinha, fica agachada, sua bunda aparece, pedindo pra ele comê-la. Não pedindo com palavras, mas o fato dela tirar a calcinha, abaixar e mostrar a bunda foi um sinal verde. Carlos não pensa duas vezes, pega a garota, põe uma camisinha, coloca na sua xoxota. Ela e ele ficaram surpresos. Ele achava que ela era mais apertadinha e ela achava que não aguentaria um pênis tão grande na xoxota. Mas entrou fácil e ele comeu ela por alguns minutos até gozar. Depois que gozou, ela sentou no colo dele e foram descansar e conversar.

Richenza Clovercombe, décima quarta fotografia do conto Richenza e o carrinheiro

Carlos, um homem experiente. Depois que ela sentou no colo dele, ele se higienizou primeiro no banheiro, ela também. Ela foi e sentou no colo dele. Ele ficou alisando ela, as coxas, os seios, por cima e por baixo da roupa. E conversando com ela, assuntos aleatórios. E de repente ele volta e entra no assunto do sexo. Ela inocentemente acompanha. E ele diz: Você já fez sexo anal? Ela responde: Sim, eu fiz umas duas vezes com meu segundo namorado. Segundo e último namorado que eu tive, já tem mais de um ano. E você gostou? Ela falou: Ah, é dolorido, mas me deu prazer. Você poderia deixar eu tentar? Ela dá risada e fala: Mas você tem um pênis enorme. É muito grande. Fala a verdade, tem quantos centímetros? Ele falou: Olha, às vezes quando eu vou medir ele tá duro, 21, às vezes 22, talvez um pouquinho mais. E é grosso, como você está vendo. Ela: Mas eu não sei se eu vou aguentar. Ele falou: Carlos, eu ponho uma camisinha, eu tenho aí um gel à base de água, eu passo, você fica de quatro e eu ponho uma ponta. Se você aguentar, eu empurro um pouco mais, até como você aguentar. E aí, todas as vezes que você vir aqui, ou quiser vir, a gente vai tentando até entrar tudo. Richenza Completamente excitada, desorientada sexualmente, aceitou. Saiu do colo de Carlos, ficou de quatro no seu colchão, não tirou a blusa, apenas levantou a saia, ele tirou novamente sua calcinha e a penetrou por trás. Primeira tentativa, incrivelmente ele conseguiu enfiar mais do que a ponta, quase a metade. E ficou enfiando e tirando. Ela dizia: Tá doendo um pouco, mas não precisa parar. Vai enfiando. E ele foi tentando. Até que quando entrou a metade, ela falou: Tá doendo um pouco. E ele parou. Tirou pra fora, passou mais gel, passou gel dentro do cozinho dela, falou: Posso tentar de novo? Ela: Pode. Richenza estava tão excitada que estava desorientada. só pensava em dar pro seu Carlos.

Richenza Clovercombe, décima quinta fotografia e encerramento visual da Parte 1

Ele tenta de novo e na terceira tentativa ele consegue enfiar tudo, mais de 21 centímetros de rola grande e grossa dentro do cu dela. ele começa a bombar e ela começa a gemer alto, de prazer e dor. ele para, pergunta: quer que eu pare? tá doendo? ela fala: tá doendo um pouco, tá bem dolorido, mas não para, vai até o fim. eu não tô aguentando de tanto tesão. e Carlos come ela por alguns minutos até gozar. Continua…!

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Contos com fotos e personagens de IA humana. Richenza Clovercombe, 25 anos.

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