Contos eróticos com fotos: Ivelina Doychinova em uma narrativa visual adulta
Os contos eróticos com fotos ganham uma proposta diferente nesta narrativa visual protagonizada por Ivelina Doychinova, modelo IA humana adulta de 24 anos. A sequência reúne imagens produzidas para construir uma história por meio de cenários, expressões, encontros e mudanças de ambiente, permitindo que cada fotografia funcione como um novo capítulo da experiência apresentada ao leitor.
Modelo Ivelina Doychinova — 24 anos
Personagem principal desta narrativa visual de contos eróticos com fotos.
Ivelina Garoto humilde, que mora num chalé com sua avó. Ela não tem mãe nem pai, então ela foi criada pela avó. Paulo é um homem que foi marido de sua tia falecida, sua tia de sangue. Paulo ajuda a avó dela e ela há muitos anos, mas Paulo tem uma atração por ela. E sobre isso que nossa personagem vai conversar com o missionário Caio Alves, de 57 anos, sobre essa atração que o senhor Paulo tem por ela e o convites que ele faz para ela, para ele, para o sítio dele, entre outros.
Ivelina chega ao consultório do psicanalista e missionário Kai Alves, de 57 anos, que ela tanto confia. Ela vai se abrir sobre o que está acontecendo na vida íntima dela. Sua avó não sabe e ninguém sabe. O missionário a cumprimenta ao ela entrar e pede para ela sentar e os dois iniciam a conversa.
Ivelina diz ao missionário: Ai, eu estou muito constrangida em falar com o senhor, mas eu precisava conversar com alguém. O missionário responde: Minha querida, tudo que acontecer aqui dentro dessa sala ficará aqui. Eu estudei para ouvir e aconselhar, por isso você está aqui. Pode falar, sem medo. E a garota começa a falar: Bom, o marido da minha falecida tia, que eu também chamava de tio, o senhor Paulo, de uns tempos para cá, cerca de dois anos, ele passou a me dar presentes e roupas mais íntimas, presentes, perfumes, me elogiar muito. Até que um dia ele me convidou para ir no sítio dele. E eu estranhei porque ele falou: Vai com aquela calça azul de lycra que eu te dei, é tão bonita, e leva aquele pijaminha branco com estampa que eu também te dei, eu acho tão bonito. Aí o missionário pergunta: Como é esse pijaminha? Ela diz: Ele é bem curtinho, bem fiadinho na bunda e na frente fica parecendo bem a silhueta da minha vagina. O missionário responde: Entendo. Vocês foram para a chácara? Ela disse: Sim, eu já havia ido umas duas ou três vezes com ele, mas na companhia da minha avó. Dessa vez eu fui sozinha. Entendo, diz o missionário.
Ivelina diz Antes partirmos para a chácara, ele chegou bem cedo na minha casa, eu ainda estava de pijama curto. E eu fiquei meio desconcertada, porque é um pijama que a parte de trás fica bem enfiadinha na bunda e a parte da frente mostra bem a silhueta da minha vagina. e eu estava com uma mini blusa de alça decotada. Ele me olhou muito e aproveitou no momento que minha avó não estava perto falou: Eu quero que você se vista assim lá pra mim. Você faria isso? Só nós dois na chácara. Aquilo no momento me deu muito medo, vergonha, mas ao mesmo tempo me fez se sentir mulher, desejada. Aí eu sorri pra ele e não disse nem que sim nem que não. E ele me fez prometer que eu levaria aquela roupinha. Eu disse que tudo bem, eu levaria, afinal era a roupa que ele havia me dado de presente.
Ivelina diz Me arrumei e na hora de entrar no carro, ele viu que eu estava com a calça de lycra azul clara que ele havia me dado de presente também uma blusinha de alça. Ele sorriu, ficou muito feliz e eu fiquei muito constrangida. O missionário, o psicanalista, pergunta: Você ficou muito constrangida, mas você sentiu alguma coisa diferente, alguma sensação de estar sendo desejada, de estar se sentindo mais bonita? A garota responde: Sim, eu tive essa sensação ao mesmo tempo. E o missionário pergunta: E quando você entrou no carro, como é que foi?
Ivelina diz Bom, quando eu entrei no carro, ele não me olhou muito, porque minha avó estava perto. Apenas nos despedimos dela e ele saiu com o carro. Mas assim que ele entrou na estrada, ele começou imediatamente a me elogiar, falar que eu já tinha uma idade boa, 24 anos, que ele já me admirava há muitos anos e que sempre sonhou passar comigo alguns dias sozinho na chácara para conversar comigo, apreciar minha beleza, sentir meu perfume. Quando ele me disse isso, me despertou um certo medo de ficar sozinha com ele na chácara, mas eu não falei nada. O missionário pergunta: ele te olhava no carro quando ele dizia isso? Ele ficava olhando para alguma parte do seu corpo? Ivelina responde. Sim, ele passou a parte da viagem olhando pro meu decote, pros meus seios e pras minhas pernas. Se eu descruzasse as pernas um minuto ele olhava pro meio das minhas pernas, pra minha vagina. Então boa parte da viagem eu cruzava as pernas, mas ele me olhava muito e durante toda a viagem ele me agradou muito, me elogiou muito. O missionário, o psicanalista pergunta: E você durante a viagem, conforme o tempo foi passando, você foi ficando mais constrangida, mais à vontade? Ou que sensações você sentia? A garota responde: Eu não sei explicar. Eu me sentia cada vez mais mulher. Eu me sentia cada vez mais desejada, porque eu nunca fui tão desejada assim. Porque eu sempre fui criada presa em casa, por causa da minha avó. E ao mesmo tempo eu sentia medo, porque eu ia ficar sozinha com ele na chácara. O missionário responde: Entendo você perfeitamente.
O missionário pergunta: e como foi eu chegar na chácara? Ivelina Responde. Bom, eu desci do carro, ele também desceu e logo eu percebi que tinha um caseiro, um senhor de idade. Eu cumprimentei o caseiro, ele me apresentou pro caseiro, e aí eu fiquei bem desconcertada porque ele falou pro caseiro: Olha a minha sobrinha como é bonita, olha o corpo dela. E o caseiro me olhou dos pés à cabeça. Eu me senti mais bonita, me senti mais desejada, mas morri de vergonha. Aí ele me levou pra dentro de casa. A gente entrou e assim que entramos, imediatamente ele pediu: Faz um favor pro tio? Me faça feliz, eu sou um homem de uma certa idade. Coloca o seu pijaminha, vamos ficar aqui dentro de casa um pouco conversando. E eu falei: Tudo bem, sem problema, e fui pôr o pijama.
Ivelina Diz: Na hora que eu saí para pôr o pijama, ele me chamou de volta e falou: Minha querida, eu quero que você considere aqui como sua casa. Pode andar à vontade de pijaminha curta, mini blusa, sem sutiã. Se você quiser andar em casa de calcinha e sutiã, também tudo bem. Eu sou seu tio, não vou ligar. Fica à vontade, tá bom, minha querida? Aquilo soou estranho pra mim, mas eu balancei a cabeça concordando e fui pro quarto me trocar. O missionário pergunta: Quando ele te falou essas coisas, você andar de calcinha em casa e sutiã, o que te passou pela cabeça além de desconforto e um certo medo? A garota responde: Na hora me deu medo, me causou muita estranheza. Mas quando eu fui pro quarto, pus o pijaminha que ele queria e baixei a calça. Eu estava sozinha com a porta trancada. Baixei a calça, tirei a blusa, me bateu uma sensação de estar sendo desejada, estar sendo admirada, uma sensação gostosa, mas ao mesmo tempo misturada com medo. Aí eu coloquei o pijaminha que ele queria, me olhei no espelho, me senti bonita e voltei pra sala mais tranquila. Apesar das coisas que ele me disse, eu acabei voltando pra sala mais tranquila.
E como foi você? Como foi a reação do seu tio e a sua reação quando você chegou na sala de pijaminha e como estava o pijaminha? perguntou o missionário? Ivelina Responde: Ah, eu senti vergonha na hora, mas assim, insegurança, coisa de menina. Mas ao mesmo tempo, como eu sabia que só estávamos nós dois lá, não tinha o perigo da minha volta a pessoa chegar, eu acabei relaxando. O missionário pergunta: E o senhor Paulo, o referido meio tio, o que ele disse quando te viu de pijama? A garota responde: Ah, ele me olhou, me elogiou bastante, como sempre, falou que eu era bonita, que eu tinha um corpo muito bonito. A única coisa que ele acrescentou a mais, que naquele momento eu achei um pouco ousado, foi que ele falou que, além de me achar muito bonita, eu tinha um corpinho e uma pele muito gostosa. E quando ele falou isso, diz o missionário, perguntando à garota, quando ele falou isso, que você tinha uma pele e um corpinho gostoso, você sentiu o quê? A garota responde: Ah, eu senti um frio na barriga, um medo, mas ao mesmo tempo uma certa excitação, um certo prazer, porque eu nunca havia sido tão elogiada por um homem assim. O missionário responde: Entendo, minha querida.
O missionário pergunta: Mas você me chamou para conversar, me trouxe aqui no consultório, veio até o meu consultório. Então isso significa que algo a mais aconteceu. Não precisa ter vergonha. Conte tudo. Ivelina Responde. Bom, nesse mesmo dia nós fomos jantar e ele mesmo iria fazer o jantar. Então ele me convidou para sair no quintal, pegar algumas pimentas e ajudar ele a fazer o jantar ali na cozinha. E durante esse preparo do jantar, ele me abraçou por trás algumas vezes e eu senti ele com o pênis duro. Jantamos, depois que jantamos, fomos lavar a louça, ele me abraçou por trás de novo e pegou nos meus seios, por cima da blusa. Eu tirei a mão dele. Foi uma mistura, foi uma coisa constrangedora. Me deu medo, mas eu não sei explicar, eu fiquei molhada. Ao mesmo tempo que ele me dava medo, ele me excitava. O missionário disse: Isso é perfeitamente normal, minha querida, na sua idade. Você é uma moça jovem, sozinha com um maduro dentro de uma casa. Isso é perfeitamente normal, não se sinta culpada por isso.i
Ivelina Na mesma noite, depois que jantamos, lavamos a louça, conversamos muito, ele me alisou muito e eu fui deixando. Quando eu dei por mim, ele já estava com a mão dentro do meu shorts, alisando minha xoxota. O missionário interrompe a garota e pergunta: Você ainda era virgem? Ela responde: Não, eu perdi a virgindade por volta dos 18, 19 anos com meu primeiro namorado. O missionário diz: Ah, ok, pode continuar. A garota diz: Então o seu Paulo continuou me alisando, enfiando o dedo na minha vagina, até que ele tirou um dos meus seios pra fora e começou a beijar. E aí eu sou mulher, era uma coisa que eu não queria, por ele ser meio parente e um dia ter sido casado no passado com minha tia. Mas a gente acabou na cama e acabamos transando. E eu acho que foi isso que me deixou, me deixa até hoje pensativa no que aconteceu.
O missionário, psicanalista pergunta, Ivelina Nessa noite que vocês transaram, depois que vocês terminaram de transar, qual foi sua sensação? Foi de nojo? Foi de tristeza? Foi de vergonha? Como é que foi? A garota responde: Eu senti muito prazer durante o sexo. Senti muita vergonha em primeiro lugar na hora de ficar nua. Quando ele começou a me penetrar, eu comecei a sentir muito prazer. Eu acho que meu ex-namorado nunca me deu tanto prazer como eu tive naquela noite com ele. O missionário pergunta: Por que isso? A garota responde: Ah, missionário, eu tenho um pouco de vergonha de falar. E o missionário insiste: Fale, não tenha vergonha, e Ivelina Diz: Meu namorado tinha um pênis pequeno e fino. O do seu Paulo é um pênis enorme, eu não sei dizer a medida, mas era mais do que o dobro do tamanho do pênis do meu ex-namorado. E era grosso. E quando eu tirei a roupa e quando eu vi ele tirar a roupa e vi o tamanho, ao mesmo tempo que me deu medo, me deu uma atração muito grande por ele. Eu acho que isso é instintivo da gente que é mulher. E quando ele começou a me penetrar na vagina, foi um pouco dolorido, mas o prazer que eu senti eu não consigo explicar. Então nós tivemos relação até ele ejacular. Nós fizemos sem preservativo, ele é vasectomizado. Eu sei que é um erro, mas eu acabei aceitando. Ele é vasectomizado, tivemos relação. Aí ele ejaculou dentro de mim. Eu fui tomar banho. Depois que eu tomei banho, eu voltei pro quarto só de calcinha e ele já estava com ereção de novo, porque eu acho que ele toma aqueles remédios pra ter ereção. E ele me penetrou de novo. Aí ele pediu anal, eu falei que nunca tinha feito, mas mesmo assim ele forçou pra fazer. Foi bem dolorido, mas eu não me arrependo porque eu senti muito prazer. O missionário pergunta: Vocês ficaram transando de que horas a que horas essa noite? Ela responde: Na primeira noite nós começamos a transar por volta das oito da noite e fomos tendo relação sexual entre sexo com penetração e sexo oral e beijos. Eu acho que até pouco depois da meia-noite, quando fomos dormir.
O missionário pergunta: E os dias que você ficou lá, foram quantos dias? A garota responde: Eu fiquei lá três dias. Eu fui numa sexta… na verdade eu fui numa quinta noite, quando transamos a primeira vez. Fiquei sexta, sábado e domingo à noite, que me trouxe de volta pra casa. E quantas vezes vocês transaram nesses dias? A garota responde: Várias vezes. Foram muitas vezes, tanto que no último dia eu estava com o bumbum muito dolorido de tanto fazer sexo lá com ele. E no domingo ele me levou embora. Ele me deu muitos presentes, muitos perfumes, bijuterias, roupas. Eu fiquei muito feliz com isso. O missionário pergunta: Você voltou lá na chácara mais vezes com ele? Ela responde, a garota: Sim, por isso que estou aqui conversando com o senhor. Eu não sei o que eu estou fazendo, se é certo ou errado.
O missionário responde: minha querida, pela diferença de idade, realmente é um pouco estranho se vocês tiverem um namoro. Se não for namoro, for só amizade sexual e ninguém ficar sabendo, é até saudável para vocês, desde que seja em segredo. Ivelina diz ao missionário. Então, quanto a namoro, a gente deixou bem claro um para o outro que não haveria namoro. Mas ele me disse uma coisa que ao mesmo tempo me faz sentir mais mulher, me faz excitar mais, mas me deixa também se sentir um pouco estranha. O missionário pergunta: o quê? Ele fala que eu sou a puta particular dele. Toda vez que ele me come, ele fala que eu sou a puta dele, que eu já virei a garotinha de programa dele. Isso me excita, me deixa atraída, como eu só tenho relação sexual com ele, isso me excita, me deixa atraída, mas ao mesmo tempo, às vezes eu me sinto um pouco suja quando ouço essas palavras. O missionário responde: entre quatro paredes, só estando vocês dois, não há nada demais. Você deve mais é curtir o momento. Continua……!
Contos eróticos com fotos e narrativa visual
Ao combinar imagens sequenciais com uma narrativa desenvolvida entre cada fotografia, o formato de contos eróticos com fotos permite acompanhar personagens, ambientes e acontecimentos de maneira progressiva. Ivelina Doychinova assume o papel central desta história visual adulta, criada para unir fotografia de IA humana, narrativa e identidade própria em uma única publicação.
