Em Sayba Qarmduct, 23 anos e os pedreiros da esquina de sua casa, a modelo anime 3D adulta protagoniza uma sequência visual criada para unir narrativa, moda e sensualidade em uma galeria de imagens. Este especial de Contos eróticos com fotos acompanha Sayba em diferentes momentos da história, transformando cada fotografia em uma nova etapa da narrativa visual e deixando espaço para que cada cena receba seu próprio trecho do conto.
Modelo Sayba Qarmduct 23 anos
Tavana • Animes Sensuais
Sayba A nossa personagem de 23 anos caminha perto do seu templo religioso com um missionário e psicanalista conversando com ele. Ela diz: Eu ando fazendo algumas coisas que estão fora das regras da igreja, das regras da minha família, dos meus pais. E o psicanalista pergunta: O quê, minha querida? Eu estou me relacionando com dois homens mais maduros lá perto da minha casa, em uma obra. E o psicanalista pergunta novamente: Ao mesmo tempo? Ela é praticamente sim. Eu vou lá à noite e a gente acaba fazendo coisas. O senhor sabe. Minha querida, você tem 23 anos, é adulta, é solteira. Eles são solteiros? Sim, diz ela. Sim, eles são solteiros. Bom, então até aí existe a questão das regras da igreja, do pecado quanto à sua família, que vale, você já é maior de idade, o que vale é a sua vontade. Mas vá ao meu consultório, eu não vou te cobrar nada. Vá até lá, conversaremos. Tudo bem, mas fora aqui da igreja eu uso roupas comuns do dia a dia, calça legging, o senhor não se importa? Claro que não, minha querida, diz o missionário. Pode ir com a roupa que quiser.
Sayba No dia seguinte, chega ao consultório do psicanalista, o missionário de seu templo religioso. Ela entra deslumbrante com uma calça legging vermelha linda, com um corpo excepcional, que deixa Caio Alves, de 57 anos, que é o missionário, de boca aberta. Ele a cumprimenta, diz para ela ficar à vontade e pede para ela sentar e contar tudo, pois ele é um missionário, além de ser missionário, ele é um psicanalista, e o que ela falar ficará entre eles. Ela agradece e senta.
Sayba sem perder tempo, começa a contar ao psicanalista: Eu sou uma garota pobre, moro com meus pais, sou filha única. E eu ainda não trabalho. Meus pais que trabalham, eu fico sozinha em casa. E todos os dias à tarde eu ia até o mercadinho da esquina da minha casa comprar pão ou algum outro utensílio. Eu me encontrava com os pedreiros e eles me elogiavam muito. Com o tempo ficamos íntimos e as conversas começaram a ficar mais íntimas. E aquilo, ao mesmo tempo que me assustava, me deixava envergonhada, me deixava mais atraída. E eu passei a usar roupas mais curtas, shorts menores. O psicanalista, senhor Kai Alves, pergunta: Como assim roupas mais curtas? Você pode me explicar? Blusinha de alça com decote, shorts curtinhos, enfiado no bumbum aparecendo a popinha da bunda. E também passei a comprar calcinhas pequenas e rendinha para usar; antes eu não usava. Responde o psicanalista Kai Alves: Entenda, minha querida, isso é perfeitamente normal na sua idade.
Sayba Continua conversando com o psicanalista e também seu missionário. Ela diz: Com o tempo eu fui ficando cada vez menos tímida. Eu tinha vergonha de sair na rua com roupas curtas, mas eles foram me elogiando tanto e a amizade foi se estreitando que eu fui cada vez usando roupas mais curtas, shorts aparecendo a popinha da bunda e eu pedi dinheiro para um dos meus pais para comprar lingerie e comprava calcinhas muito pequenas, cada vez menores, mais transparentes. E por algum motivo que eu não sei explicar, eles não são homens bonitos, são homens rudes. E cada vez que eu chegava perto deles, eu ficava excitada.
O missionário, o senhor Kai Alves, pergunta: Quando você comprava essas calcinhas, seus pais não estranhavam? A garota responde: Sim, minha mãe dizia que aquilo não era calcinha para moças de família e de igreja. Mas meu pai dizia que era normal na minha idade garotas usar aquele tipo de calcinha. Então minha mãe, mesmo sem gostar, acabou deixando e aceitando. E a nossa amizade, a minha amizade com os pedreiros foi cada vez ficando mais estreita, até que eu comecei a usar outras roupas, como mini saias bem curtinhas que eu tinha em casa, que eu não tinha coragem de sair na rua. Comecei a entrar dentro da obra e conversar com eles de maneira mais íntima, até que começaram os convites
O missionário, psicanalista pergunta: E que tipos de convites eram esses? Ah, pra me usar mais minissaia mais vezes, porque as minhas minissaias eram muito curtas, muito sensuais. E como eu já entrava na obra com eles pra conversar, eles gostavam, porque se eu subisse a escada da obra via um pouquinho da calcinha, e coisas assim. E isso, por algum motivo que eu não sei explicar, ao mesmo tempo que eu me sentia pecadora, eu gostava muito daquela situação. Até que veio o primeiro convite do primeiro pedreiro, o seu Oswaldo. Ele me pediu se eu deixaria ele pôr a mão embaixo da minha saia e alisar minha vagina por cima da calcinha. Ele pediu a primeira vez e eu fiquei com muita vontade de deixar, mas não deixei. Mas aí a gente conversando e eu acabei ficando mais confiante nele e ele me pediu novamente, eu acabei deixando. E aí que tudo começou. Ele alisou, um amigo dele estava por perto, percebeu, acabou pedindo, eu também deixei. E depois disso, regularmente eles passaram a me abraçar, me beijar no pescoço, a gente começou a se beijar na boca, e também eles passaram a pôr a mão dentro da minha calcinha. O missionário interrompe. Caio Alves, de 57 anos, também psicanalista, pergunta: Você ainda é virgem? Não, não, eu já tive namorado, eu já perdi a virgindade já há algum tempo. Ah, entendo. Então continue, minha querida, continue.
Sayba nessa época que eles já estavam me beijando na boca, os dois, passando a mão em mim, levantando a minha saia, enfiando o dedo na minha xoxota, eu já havia criado o hábito, já tinha algumas semanas que eu havia criado o hábito de todos os dias por volta das oito horas falar pros meus pais que ia na casa de uma amiga que morava lá perto, mas na verdade eu ia lá pra obra pra ficar com eles. E nessa época eles começaram a tentar transar comigo. Eu sentia vontade, mas tinha medo. Aí, até que eles sempre falavam que usariam camisinha e tudo. E enfim, um dia eu acabei deixando. Primeiro pedreiro Se o Oswaldo me penetrar, eu tirei a calcinha, fiquei de saia. Ele puxou a minha miniblusa de lado, beijou meus seios, e me penetrou de preservativo. Fizemos sexo. E aí depois que ele parou, o outro pedreiro veio, também fez sexo comigo. O psicanalista, senhor Caio Alves, 57 anos, pergunta: Mas foi tudo com consentimento? Não foi forçado? Você sentiu prazer? E a garota responde: Sim, senti muito prazer. Foi tudo com consentimento. Eu não vou mentir pro senhor. Quando tudo terminou e eu fui pra casa, foi uma mistura de sensações. Eu me sentia pecadora, sentia vergonha dos meus pais, de olhar pros meus pais, porque eu havia feito uma coisa que eles jamais permitiriam. E, mas ao mesmo tempo, depois que eu tomei banho e me deitei, eu me sentia a garota mais realizada do mundo, uma mulher mais realizada do mundo. Me senti feliz, como se estivesse livre e com vontade de voltar lá no dia seguinte. O missionário pergunta: E você voltou?
Sayba Sim. A gente fez uma espécie de um trato, com meus pais não desconfiarem. Como eles moravam na obra, então eu ia lá um dia sim, um dia não. Então uma média de quatro vezes por semana eu ia lá pros dois me comerem. E eles passaram, né, passaram a ter relação comigo constantemente, praticamente assim quatro vezes por semana. Aí nós passamos a ter sexo no quarto que eles dormiam. Então enquanto um ficava vigiando, o outro transava comigo. O missionário senhor Kai pergunta: você ficava totalmente nua? Sim, eu ficava totalmente nua e eles também, o que estava transando comigo, enquanto o que estava vigiando ficava de roupa pra ver se não aparecia ninguém. Aí quando um terminava eu me limpava e vinha o outro. E o missionário pergunta novamente se eu não se sentia dolorida, desconfortável com dois homens. Sayba responde no dia que eles faziam Anal e meio. No mesmo dia eu ficava dolorida. Porque o combinado era assim: um dia um fazia anal. Aí, no dia seguinte eu não ia, aí no outro dia, quando eu fosse, o outro fazia anal. Mas às vezes eu tava muito excitada e eu acho que eles também muito excitado, e acabava os dois fazendo anal no mesmo dia e eu ficava bem dolorida. O missionário olha pra ela e fala: Posso fazer uma pergunta mais íntima? Você não quiser responder, não precisa. A garota disse: Tudo bem, pode perguntar.
Kai Alves O missionário pergunta para a garota: Vocês chegaram a fazer sexo os três juntos ao mesmo tempo? Ela dá um sorriso amarelo, sem graça e diz: Sim. Nesses quase dois meses que eu tô tendo relação com eles, já fizemos três vezes juntos. Mas a gente não faz sempre, porque o seu Oswaldo não gosta muito, ele prefere fazer sozinho. Já o outro pedreiro gosta de fazer a três. E o missionário pergunta novamente para Sayba Você fazendo sexo com os dois ao mesmo tempo, também era livre arbítrio? Você permitia, gostava ou era algo um pouco forçado? Sayba Responde: Não. Eu, quando eles falavam que queriam transar comigo ao mesmo tempo, se eu não tivesse dolorida do dia anterior, de dois ou três dias anteriores, eu aceitava, sempre aceitei. Eu nunca disse, nunca neguei. E o missionário pergunta: Você sente prazer com os dois ao mesmo tempo? Ela fala: Bom, missionário, eu como mulher, meu corpo sente um prazer que não tem como explicar para o senhor. Um prazer muito grande que eu sinto. Mas depois eu me sinto culpada por ter feito sexo com dois homens. Eu me sinto pecadora, me sinto envergonhada por causa dos meus pais. Mas no momento que estou fazendo e até depois meu corpo sente uma sensação indescritível, maravilhosa.
O missionário diz a ela que o tempo está acabando, mas quer conversar com ela novamente outros dias. Ela aceita, diz que sim, e ele faz mais uma pergunta. Sayba Quando foi a última vez que você fez sexo com eles ou com deles? Ela responde envergonhada: ontem à noite com seu Oswaldo. Fui pra lá às oito horas da noite. O outro pedreiro não estava, havia saído pra resolver um problema de família. Então eu fiquei com seu Oswaldo das oito às dez no quartinho dele. Ficamos transando até umas quinze pras dez, quando eu me levantei, me limpei, me vesti e fui pra casa. Você vai voltar lá quando? Então, doutor, hoje, hoje eu não vou lá. Amanhã meu pai deve estar de folga também, eu não vou. Mas depois de amanhã com certeza eu irei lá. E você, minha querida, pretende ficar indo lá até quando? Sayba responde ao psicanalista. Eu não sei, a minha vontade é nunca parar de ir lá. Por isso que vim conversar com o senhor, se devo parar, se devo continuar. O meu lado moral diz para não ir lá, mas meu corpo, minha vontade quer estar sempre lá. Ele olha para ela e fala: como você é solteira e eles também, você não está conseguindo evitar de ir lá, continue indo, mas de maneira discreta para que seus pais não perceberem. Mas vou te dar aconselhamentos na próxima sessão para você diminuir as suas idas lá e ter uma vida fora do sexo com dois homens ao mesmo tempo. A garota agradece, levanta-se, vai embora, continua…….!
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