Contos eróticos com fotos: Herdís Atladóttir, 25 anos, abre sua vida para o missionário Kai Alves — Parte 2
Uma continuação envolvente em formato editorial, com atmosfera intimista, visual dark.
Na segunda parte desta narrativa visual, Herdís Atladóttir, 25 anos, continua a revelar camadas mais profundas de sua rotina, seus conflitos emocionais e a delicada relação de confiança construída com o missionário Kai Alves, de 57 anos. A proposta desta matéria é unir imagens em sequência com uma estrutura pronta para publicação, mantendo o clima sensual editorial e o apelo narrativo que prende o leitor do início ao fim.
Sequência de imagens da matéria
Ao entrar no consultório Herdís chama muito a atenção do missionário. Realmente ela está bela, sensual, bonita, mostrando partes do seu corpo. Ela entra, cumprimenta ele e ele pede para ela sentar.
Ao sentar, o missionário logo vai ao ponto e fala: minha querida, vamos continuar na nossa sessão? Continue me falando como foi a sua mudança para o condomínio popular com sua avó e como aconteceu essas novas experiências. Ela começa falando que logo na primeira semana conheceu o porteiro, um homem de aproximadamente 60 anos.
segundo Herdís Após duas ou três semanas morando lá, ela costumava, toda tarde, andar pelo pátio do condomínio, um condomínio popular, simples, de roupas curtas, porque ela aproveitava que sua avó não estava em casa nesse horário e ela tinha desejos de mostrar sua sensualidade para os homens do prédio, apesar de que nesse horário à tarde existiam poucas pessoas. Então a tensão era despertada mais pelo porteiro, do qual ela fazia amizade, fez amizade e passou a conversar todo dia com ele e cada vez ficavam mais íntimos, com conversas mais íntimas, como por exemplo a ponto dele perguntar como ela usava suas roupas íntimas.
Após algum tempo de amizade, os dias se passaram, as semanas se passaram. A amizade foi crescendo e a intimidade também. O porteiro, seu Nório, começou a fazer perguntas mais íntimas, se ela era virgem, se ela gostava de homens mais maduros, se as calcinhas que ela usava eram pequenas. Ela respondia que sim, na maior naturalidade. Até que ele convidou ela para conhecer uma pessoa que acho que gostava muito dela, mas tinha vergonha de chegar perto dela, que era o zelador do prédio. E ela responde: Ah, eu sei quem é. Às vezes eu vejo ele me olhando. Sim, eu gostaria de conhecê-lo. Podemos conversar, nós três como os bons amigos.
Herdís Em um sábado à tarde, voltando do culto, encontra o seu Honório, o porteiro e seu amigo, o zelador. O seu Honório, o porteiro apresenta o zelador a ela. Ela demonstra muito sorriso, muita simpatia. Os três conversam e o zelador vai direto ao ponto: Poxa, realmente o Honório falou que você era uma menina linda. Eu já tinha visto você, mas de perto é diferente. Mesmo você com esse vestido de evangélica, você é cheirosa e bonita. Por que à noite nós não vamos conversar, nós três, lá perto do meu depósito, aqui mesmo dentro do condomínio? Herdís hesitou um pouco, pensou um pouco e disse: Tudo bem, quando for por volta das oito horas, eu vou até a guarita e o seu Nório me leva até lá que eu não sei direito onde é. O zelador disse: Tudo bem, eu estarei lá esperando e nós três ficamos conversando lá à noite, batendo papo. Você chega às oito, a gente fica até umas dez horas, que é o horário que a sua avó pede pra você entrar, não é isso? Ela disse: Sim, entre dez e onze horas ela pede pra mim entrar, da noite. Então está combinado.
Herdís fala para sua avó, no sábado à noite, que vai descer no condomínio, na parte de baixo, que conheceu novas amigas da sua idade para conversar. A avó acredita? Ela coloca um vestido branco, muito sensual, curto, uma calcinha branca de renda transparente. Ela sabe que o porteiro, o senhor Norio, e o zelador vão tentar comê-la. E ela sabe que mesmo que ela tente evitar, uma hora ela vai acabar deixando. Ela desce e fica na frente do depósito, onde armazenam produtos de limpeza e manutenção do prédio. ficam os três conversando. Ela também sabe que é um lugar estratégico, que eles vão querer que ela entre. O papo flui, os três conversam alegremente.
O psicanalista, o missionário pergunta a ela: E você ficando na frente, só conversando? Eles não te convidaram pra entrar? Herdís Responde. Eles ficaram durante uns 15 ou 20 minutos me elogiando, acariciando meu braço, minha cintura, me pedindo pra entrar, que seria melhor a gente conversar lá dentro. No fundo eu morria de vontade de entrar, mas tinha medo. Medo de alguém ver e contar pra minha avó. Sei lá, o medo deles me agarrarem à força. Eu não confiava… eu confiava neles, mas eu ainda… eu havia acabado de conhecê-los. Mas no final das contas eu acabei aceitando e entrei com eles no quartinho.
E lá dentro do quartinho, como é que foi? pergunta o psicanalista e missionário a Herdís, Ah, o senhor sabe, ela responde. Eu sozinha, trancada naquele quartinho com dois homens adultos, mais adultos do que eu, de meia-idade. Eles conversando comigo sobre coisas sensuais, eu já estava excitada. Eles começaram a passar a mão em mim e eu sentia vergonha. Ao mesmo tempo ficava excitada. Foi até que o porteiro foi mais ousado e falou: Posso fazer um carinho mais íntimo em você? Eu não disse sim nem não, eu só sorri. Ele pôs a mão embaixo da minha saia, acariciou minha xoxota por cima da calcinha. Ele percebeu que eu gostei e enfiou o dedo dentro da minha vagina. O amigo que estava junto, o zelador, percebendo, também começou a me acariciar. E aí não teve jeito. Eu me agachei, eles baixaram minha calcinha, levantei o vestido e primeiro o porteiro me comeu a xoxota. Ele ejaculou, mas de preservativo. Depois o outro também me comeu. Nesse dia os dois comeram minha xoxota e posteriormente fiz oral pros dois. Fomos embora.
O missionário pergunta, mas como ficou depois? Vocês voltaram lá outras vezes? Herdís Sim. Eu sempre à tarde, não era todos os dias, porque depois da segunda vez que eu fui com eles no quartinho, segunda vez que eu fui foi na segunda-feira à tarde. Minha avó não estava em casa. Eles passaram a fazer anal em mim. Então não dava para deixar os dois me comerem todo dia, porque eles sempre queriam anal e ficava dolorido. Mas assim, duas, três vezes por semana eles me comiam no quartinho. Então eu descia sempre com um shortinho curto ou com a sainha curta, entrava no quartinho, trancava a porta, enquanto um ficava do lado de fora vigiando, o outro ficava lá dentro me comendo. Depois eles se revezavam.
O missionário psicanalista pergunta a Herdís, E por quanto tempo eles ficaram te comendo? Isso durou? Ela responde: Ah, os dois juntos ficaram me comendo duas, três vezes por semana durante, eu acredito, três meses. Mas aí o porteiro, seu Norio, se aposentou e saiu e entrou no lugar dele um rapaz mais jovem. Só que eu não tinha proximidade. Mas o zelador continuou me comendo por mais uns dois ou três meses. E depois ele saiu do emprego. Não sei se ele foi mandado embora ou se ele pediu as contas. E aí eles pararam de me comer. Depois de uma semana que ninguém me comia, eu passei a sentir muita falta. Então foi uma época que eu passei a me masturbar muito.
Fechamento editorial
O missionário, o psicanalista vira para Herdís Edis, bom, nosso tempo acabou. Na próxima semana você retorna. Eu vou te dar alguns conselhos sobre sexo e você continua me contando sobre os acontecimentos na sua vida sexual. Porque como sua avó não sabe de nada e ninguém sabe de nada, eu sou a única pessoa que você vai se abrir. A garota agradece ao psicanalista e diz: sim, semana que vem retornarei.
